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Jundiaí registrou 76% de crescimento no acesso a medicamentos para asma, distribuídos gratuitamente no município, que integram o programa ,'Saúde não tem preço', do Ministério da Saúde. Setenta e dois pacientes haviam se beneficiado entre 4 de maio e 3 de junho. Já no período apurado entre 4 de junho e 3 de julho, foram 127 os jundiaienses beneficiados.
Os números foram informados ontem pelo Ministério da Saúde. e se referem à distribuição de brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol. O programa 'Saúde não tem preço' distribui gratuitamente medicamentos para diabetes, hipertensão e asma, além de dar acesso a outros 11 medicamentos com até 90% de desconto.
Entrevista à Difusora - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, comentou, ontem pela manhã, o problema de falta de medicamentos (de distribuição pelo Governo Federal), que o JJ Regional apontou na última semana, em Campo Limpo Paulista e Itupeva. Padilha foi entrevistado no Jornal da Difusora - Primeira Edição. "Não recebemos notificações sobre isso, mas vamos questionar São Paulo sobre o assunto, pois a compra e distribuição de medicamentos ficam a cargo dos governos estaduais e municipais", explicou.
Padilha ainda comentou sobre a proibição da venda de 268 empresas administradoras de planos de saúde. A interrupção na comercialização de novos contratos, segundo o ministro, será, a princípio, por três meses, para que a empresa faça as adequações e consiga atender seus usuários nos prazos estabelecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que define quantidade de dias limitada de dias de espera para consultas com especialistas e exames.
"Nesses três meses as empresas serão reavaliadas, e, se conseguirem sanar as deficiências, poderão retomar a comercialização. Caso contrário, poderão ter as penas acrescidas", ressaltou.
São Vicente - Com relação à superlotação do Hospital São Vicente de Paulo, o ministro informou que a determinação do Ministério Público, para que os pacientes sejam encaminhados para hospitais particulares, é orientação do Ministério.
"O SUS cresceu formando parcerias com entidades filantrópicas e particulares. Nada impede que sejam adquiridos leitos em hospitais que estejam ociosos para o atendimento. Os mutirões de cirurgias eletivas são exemplos. Com projeto apresentado, o Ministério da Saúde antecipa em um ano a verba e paga os serviços com tabela diferenciada da do SUS", ressaltou.
DA REPORTAGEM LOCAL
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