JORNAL DE JUNDIAÍ
O casal Edmur e Lenita. Clique na foto para ampliar
O encontro entre o analista Edmur B. Giuriati, de 22 anos, com a 5ª anista de Direito, Lenita Fonseca Giuriati, 25 anos, até parece que já estava marcado para acontecer. No fatídico dia 09 de fevereiro de 2008 eles, que inicialmente não tinham planos de sair de casa, se encontraram no Bulevar Beco Fino, em Jundiaí. Ela resolveu acompanhar uma amiga de Americana que estava na cidade e ele decidiu ir até lá com um amigo.
Após trocas de olhares, a aproximação ocorreu por causa de um cigarro. "Ele veio me pedir um isqueiro, como se ninguém mais ali tivesse um para emprestar", conta a universitária. Depois uma amiga de Edmur pediu o telefone de Lenita. "Na mesma hora ele ligou, sentou na minha mesa e após um ano e um mês nos casamos: no dia 07 de março de 2009", diz Lenita, toda orgulhosa e emocionada.
"Foi muito rápido. Após quatro meses de namoro nós ficamos noivos", diz Edmur. E a história dos dois é cheia de coincidências, ou seja, de um jeito ou de outro eles poderiam se encontrar. Na conversa no Beco Fino, eles descobriram que estudavam Direito em salas próximas, no mesmo corredor, na Faculdade Padre Anchieta. Ele no terceiro ano e ela no quinto, mas até então os dois nunca tinham se visto.
Também descobriram que Edmur morava perto de uma tia dela, mais um sinal de que os dois estavam sempre por perto. Outra proximidade constatada foi a data de aniversário. Ele dia 27/11 e ela 25/11."Era para ser. No dia que conheci ele senti um frio na barriga e pensei: acabou minha solteirice", diz ela. E quando decidiram que iriam se casar e anunciaram a data, 07 de março de 2009, a surpresa entre amigos e familiares foi geral. "Uns não acreditavam, dizendo que era piada. Outros diziam que não teríamos muito tempo para os preparativos e principalmente porque não tínhamos nada. Eu só falei para ela: Nós daremos um jeito. Confie em mim que vai dar certo", diz Edmur.
Os preparativos - Foram praticamente dez meses de preparativos. Como Edmur trabalha em Campinas era Lenita quem fazia as pesquisas de preços para o grande dia. Para chegar num acordo, ela tirava fotos das chácaras que visitava ou dos produtos que se interessava e enviava pelo celular para ele. A cerimônia religiosa, presidida por um padre da Igreja Católica Ortodoxa Brasileira, foi marcada para às 17 horas na Chácara do Lago, em Louveira, onde os noivos realizaram uma festa para 350 convidados. "Como nós e a maioria dos convidados são jovens, optamos por uma festa descontraída com churrasco, salada e cerveja, embalados ao som de um disque-jockey (dj)", diz Lenita, que confessou ter ficado muito estressada durante os preparativos e até os últimos segundos ante do dia D.
Lenita foi acompanhada pelo avô paterno do carro até o local da cerimônia e depois foi levada até o altar pelo pai ao som da cantora Shania Twain. Já Edmur entrou acompanhado pela mãe embalado por uma música da dupla sertaneja Victor e Léo. "Todos sempre dizem que o casal não aproveita nada da festa de casamento. Eu pensei comigo: não quero nem saber, estou passando stress e nervoso e quero aproveitar a nossa festa", desabafou a jovem que após a cerimônia religiosa, tirou o saiote, prendeu o cabelo e trocou o sapato branco clássico decorado por ela mesma com strass por um chinelo Havaianas branco, devidamente decorado para a ocasião. "Eu e Edmur só ficamos na pista de dança".
Fugindo do tradicional, além de Lenita jogar o buquê, Edmur jogou um sapo de pelúcia. "É uma simbologia de que o sapo virou um príncipe", diz ela carinhosamente. Outro diferencial é que os noivos praticamente não ficaram no salão, mas a maior parte na pista de dança. "Não fomos de mesa em mesa cumprimentar cada um dos presentes. As pessoas é que vinham até nós. Queríamos aproveitar e aproveitamos. Foi espetacular", comemora Edmur.
Fazendo jus ao gosto do casal, até os noivinhos que enfeitavam o bolo de nozes de três andares foram devidamente personalizados com uma churrasqueira e latinhas de cerveja. Criativa, Lenita preparou sozinha as lembrancinhas: um porta-retrato com uma montagem de várias fotos do casal com o nome dos noivos impresso. Os padrinhos foram presenteados com um chaveiro de canivete suíço e as madrinhas receberam um pinça com luminária e espelho. Quanto à lua-de-mel, após várias pesquisas, os noivos optaram pelo descanso mais que merecido no resort Miramar, na Ilha de Maragogi, em Alagoas, onde ficaram uma semana. "Maragogi é considerado o Caribe brasileiro. Ficamos num resort maravilhoso", diz Edmur.
Serviço: Igreja: Católica Ortodoxa Brasileira - R$ 800 Cartório: R$ 258 Bufê, decoração, DJ: Chácara do Lago (Louveira) - R$ 11.000 Dia da Noiva: não teve Cerimonial: não teve Vestido: Luigi Noivas (Jundiaí) - R$ 1.200 Roupa noivo: (falta local) R$ 400 Foto: Roberto Tanaka - R$ 1.900 Vídeo: Kiko Vital - R$ 2.200 Buquê: foi presente Doces: não teve Bem Casados: Camila Doces - R$ 700 Decoração (igreja): não teve Música (igreja): não teve Música (cerimônia e festa): DJ Neo - R$ 1.000 (valor incluído no bufê) Fogos: R$ 200 (incluído no bufê) Convites: Gráfica CRM - R$ 270 Lembrancinhas: noiva que fez Viagem: R$ 4.823,00 (lha de Maragogi - Resort Miramar) Kit- festa: R$ 273 Noivinhos: Nane Artesanatos: R$ 150 Total: R$ 24.691 (contabilizando serviços ganhos)
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